O que há de bom em música poesia e cinema no rio de janeiro está agora no palco da Casa de Cultura Laura Alvim.

Mande seu material e faça parte desse projeto!

24.10.04


Penúltimo evento do ano, filipeta mais do que lindíssima da Marianna Cersósimo, programação bombástica em torno da poesia de alguns caras geniais: Pedro Luis, Jorge Mautner, Cacá Diegues, Affonso Romano de Sant´Anna, e apresentando o poeta Artur Gomes.

Aproveitamos pra divulgar nossa equipe e os preciosos apoios, sem os quais não haveria Te vejo na Laura:

PATROCÍNIO CRIBB

Fernanda Rowlands na produção
Carol Oliveira e Pedro Secchin na assessoria de imprensa
Antônio Carlos na luz
Viny no som
Cavídeo no telão e projetor
MPB FM e Clube do Assinante do Gobo na divulgação
Polis Sucos na água pros nossos convidados

Só falta vocês pra completar a noite!! Apareçam!

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8.10.04


Com muito atraso - justificado em parte e totalmente injustificável em outra - aí vão as fotos da linda noite em homenagem ao Tonho Gebara, que encheu o teatro da Laura Alvim no dia 27 do mês passado. Aproveitando o clima sarau do Te vejo na Laura a gente reviveu os melhores momentos dos saraus de que ele fazia parte nos tempos de PUC, viu ele falando e cantando no telão, e ouviu da boca e das mãos dos amigos talentosos as suas músicas mais famosas. Famosas pra quem, assim como nós, teve o prazer de conhecer o Tonho. E pra quem não foi lá mas queria ter ido, e pra quem foi e saiu emocionado e feliz, as famosas fotos da noite, dessa vez tiradas pelo Wilian Cezar de Aguiar, um fã do projeto que se ofereceu pra colaborar juntando suas fotos às do Pedro Secchin, nosso fotógrafo oficial. Sem mais bla bla bla, elas estão aí embaixo, pra deleite geral.

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Foto rara: Rodrigo e Maria juntos no palco, abrindo a noite, na expectativa do que estava por vir. E o que veio foi melhor do que a encomenda1

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Shilon, no violão e Vlad, no baixo. O Shilon é, junto com o Tandi, o grande organizador do Sopro dos Sete Ventos, e nosso principal parceiro nessa noite do Te vejo na Laura. Foi um prazer essa parceria e a noite linda que resultou dela só aumentou a alegria.

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Lu Romero, nossa corajosa cantora que abriu a noite, cantando "Ouço a gravação" uma música que o Tonho não gravou no cd dele e que portanto agora só existe pra quem ouvir e repetir, e a Lu repete lindamente pra gente...

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Renata Gebara, prima e cantora maravilhosa, que tem a responsabilidade de cantar o que talvez seja o maior hit do Tonho, "Kamikaze". Pois ela arrasa, emocionada e sutil, como a foto captou bem.

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Rodrigo tocando sozinho a canção que fez pro Tonho. Ele foi cantar Calmaria na primeira edição do Sopro dos Sete Ventos e ficou tão emocionado que não conseguiu cantar a música. Pra se redimir, fez essa pro Tonho, que é linda demais e merecia mesmo ser feita, com ou sem compensação.

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Rodrigo cantando Calmaria, igualmente emocionado mas dessa vez inteiro e intenso, como é seu jeito.

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Rodrigo e seu inseparável parceiro Mauro Pereira Junior, numa luz linda que reforça a parceria.

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Maria emocionada dizendo o poema que fez pro Tonho, chamado Morrer. Essa noite foi mesmo especial e particularmente tocante.

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Pro sarau ficar autêntico foram as quatro pro palco, Maria, Mariana Dias, Patricia Moretzhon e Flavia Moletta, que reuniu toda a sua coragem pra dizer pela primeira vez um poema seu em público e arrasou, como a foto acima prova.

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A Mari contou sua versão muito particular da história da Chapeuzinho Vermelho, obrigatória em todos os saraus de que ela participa. O prazer de escrever e contar poemas e histórias pegou ela pelo pé e até hoje ela espalha sua voz linda e seus casos curiosos por aí!

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Maria lendo um poema de Tonho enquanto Patrícia esperava sua vez, como num autêntico sarau mesmo... A Pati falou seu clássico poema do elevador, que todo mundo já sabia de cor e ao qual costumava ir respondendo em uníssono!

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Luis Carlinhos chegou no palco emocionado no palco e foi logo dando um abraço no amigo Shilon.

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Luis Carlinhos cantou "Lado B", música do Tonho que foi gravada pela banda da qual ele é vocalista, o "Dread Lion".

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Pedro Augusto, tecladista oficial da noite, em ação.

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O Baia sempre canta mais do que o combinado e menos do que devia, ainda mais em noite pro Tonho, já que o cara sabe tudo de Tonho e foi acho que o parceiro mais constante dele. Juntos, mais o Shilon, o Pitito e o Michael, eles formaram o Baia e Rockboys, uma banda que agitou o underground carioca por dez anos. Sendo assim o rapaz tem autoridade pra improvisar...

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Baia cantou "Lado Oposto" (com introdução da Maria repetindo a dobradinha que ela fazia com o Tonho dessa canção com o poema do português José Régio chamado "Cântico negro") e depois atacou de "Anjo entorpecido", uma música gravada pela banda no cd "Overdose de Lucidez". Interessados? http://www.baiaerockboys.com.br

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O Gabriel Moura, do Farofa Carioca, era parceiro recente do Tonho e a participação dele nos Sopros é sempre muito intensa. No Sergio Porto, no Sopro número 2, ele arrepiou todo mundo cantando Inquietude, e nessa noite repetiu a dose, emocionado e emocionante.

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Tandi, irmão de sangue e de som, cantou "Pode o céu cair", música que o Tonho fez pro Shilon, irmão escolhido dele. Pra mim é exatamente o que dá vontade de dizer pro Tonho: Mano, tú és meu guru, meu mestre zen tupiniquim...

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Esse cara foi responsável por uma das participações mais emocionantes da noite. Ele simplesmente invadiu o palco quase no final do show e disse que era fã do Tonho (tanto tanto que tatuou no pulso a paleta dele). Disse que sempre quis cantar essa música com o Baia e Rockboys e que aquela era a chance dele de fazer uma homenagem pessoal ao Tonho. O melhor de tudo é que o cara tinha mesmo talento e sabia a música toda, e acabou ganhando o reforço do Baia lá pelo meio da canção.

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Baia se junta ao "invasor" pra cantar "O comedor de calango e o gerente da multinacional", num dueto memorável e inédito!

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Shilon cantando Bloco da saudade e todo mundo de mãos dadas numa ciranda que tomou o palco. Eu sempre sonhei que fosse esse o encerramento do Sopro dos Sete Ventos, e nessa noite, no Te vejo na Laura, deu certo. E foi lindo!

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Abraço coletivo no palco no fim da noite.

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Gabriel, Baia, Renata, Lu e Tandi em um abraço posado no fim da noite.

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Nós dois e a Maria Regina, mãe do Tonho, no fim da noite. Ela dançou ciranda no palco, cantou da platéia e passou a noite toda com esse sorriso sereno no rosto, uma mulher incrível e muito bacana.

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